sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

A Renovação no Natal

E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.Romanos 12:2


Muitos dizem que no Natal é tempo de renovação, de fazer o bem, de ser melhor com as pessoas que estão à nossa volta.
Empresas dão folga para seus funcionários, o chefe dá um abraço, a família se reúne e celebra.


Na verdade este sentimento de renovação deve ser experimentado todos os dias, a construção de um novo relacionamento com os seres humanos a nossa volta é uma atitude recomendada não por psicólogos, mas também por Jesus, que sempre valorizou as pessoas que na época não tinham valor algum.


Este ano, para mim, foi de muitas dificuldades, enfrentei (e continuo enfrentando) situações que não estavam nos meus projetos. Pessoas me feriram e tentaram me colocar pra baixo. Mas este tempo (o de estar embaixo) é de colocar as coisas da vida no seu devido lugar. Muitas vezes é preciso quebrar interiormente dogmas e idéias para reconstruí-las com o devido valor.


Graça a Deus que me mostrou o seu amor neste tempo


E muito mais, me mostrou que este tempo, é preciso deixar toda a religião de lado, para segui-lo de forma apaixonada


Boas Festas!!! Aproveite estes dias para estar com sua família... na viagem não corra, não mate e não morra. Estes dias (e todos os outros) são os dias de viver tranquilamente com muito amor.


E mais nunca esquecendo que Jesus é o presente dado para todos nós e seu nascimento veio para renovar a vida no ser humano.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Eu, você, Jesus e o mundo...



Eu, você, Jesus e o mundo...

Eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me tens dado, porque são teus.
Eu não estou mais no mundo; mas eles estão no mundo, e eu vou para ti.
Pai santo, guarda-os no teu nome, o qual me deste, para que eles sejam um, assim como nós.
Mas agora vou para ti; e isto falo no mundo, para que eles tenham a minha alegria completa em si mesmos.
Eu lhes dei a tua palavra; e o mundo os odiou, porque não são do mundo, assim como eu não sou do mundo.
Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno.
Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviarei ao mundo. Para que todos sejam um; assim como tu, ó Pai, és em mim, e eu em ti, que também eles sejam um em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste.
Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim.
Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheço; e estes conheceram que tu me enviaste.
[João 17]
Jesus vê o mundo como o campo do Joio e do Trigo; e nele “um inimigo” semeou a má semente. Assim, Ele trata não com o Joio, mas com o Trigo; e diz: Manifestei o teu nome aos homens que do mundo me deste.

Tais homens, mesmo antes de terem o conhecimento histórico da informação, já eram gente boa do Pai. Por isso, Jesus diz: “Eram teus, e tu mos deste; e guardaram a tua palavra”. E mais: ele os identifica como sendo “homens que do mundo me deste.”.

Assim, mesmo sem ter “ido”, Ele diz que esteve-sem-ser do mundo. Entretanto, avizinhando-se a hora de Sua partida física do mundo [do qual Ele participou fisicamente, mas não seguiu jamais o seu curso], Ele reconhece a dificuldade do discípulo em manter tal estada no mundo sem que dele [do mundo] se seja. Dessa forma Ele diz: “Eu não estou mais...; mas eles estão no mundo”.

Entretanto, tudo quando Ele diz sobre estar sem ser do mundo, é algo que Ele faz questão de falar “no mundo”, para que os discípulos tivessem a Sua “alegria completa” já aqui na Terra, e não em outra dimensão.

Ora, a razão que Ele dá para que se seja feliz nesse mundo no qual se está e do qual não se deve jamais ser, é simples: “Porque eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo”. E, assim, Ele diz que o discípulo tem que estar para o mundo assim como Jesus para o mundo esteve!

Desse modo, Ele não perde tempo orando pelo Joio, pois o Joio tem sua semente “num inimigo”. Entretanto Ele diz: “Não rogo que os tires do mundo, mas que os guardes do Maligno”.

Então Ele re-enfatiza: “Eles não são do mundo, assim como eu não sou do mundo.”.

Todavia, essa estada sem ser do mundo só acontece com saúde se houver sentido de missão no discípulo; posto que Jesus diz:: “Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo; para que o mundo creia que tu me enviaste”.

E mais: Ele diz que o modo do mundo ficar chocado com a vida do discípulo [o qual está sem ser], é mediante a experiência da relacionalidade vertical e horizontal: “Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam aperfeiçoados em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste”.

Assim, sem romantismos, Jesus conclui dizendo: “Pai justo, o mundo não te conheceu, mas eu te conheço; e estes conheceram que tu me enviaste.”.
      
Ora, se assim não for, ninguém que não tenha essa visão jamais será discípulo de Jesus no Campo do Mundo, onde Joio e Trigo crescem juntos; e no qual o cuidado de Jesus é com o Trigo; posto que o Joio é semente de “um inimigo”.

Se não, veja:

Ele nos chama do mundo, porque já éramos do Pai; e nos devolve ao mundo, sem que dele sejamos, a fim de que no mundo nos amemos; e, assim, se o mundo tiver que nos odiar, que nos odeie em razão da insuportabilidade do amor; ao mesmo tempo em que a única chance que o mundo tem de ser positivamente impactado pela presença do discípulo, é se os fiéis ao Evangelho amarem-se de modo desconcertantemente belo e sincero, refletindo a comunhão de amor entre o Pai e o Filho.

Este é o Evangelho para o mundo!

Pense nisso e decida-se!

Nele, que é o Evangelho para mim, para você, e, por nós, em amor, para o mundo!



Fonte: Blog do Caminho

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Visão Local

Como eu sou uma pessoa que lido diariamente com diversos assuntos, resolvi, para não confundir as pessoas com várias temáticas no mesmo espaço - o BLOG VISÃO LOCAL.
Este está voltado a percepção que tenho sobre as diversas ações realizadas no e para o meio rural, tendo presente que tenho uma visão de desenvolvimento que seja sustentável e solidário, com ações integradas entre o local e o territorial.

Visite o endereço do blog é: http://amiltonlavras.blogspot.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Quem são os nossos reais inimigos?



O cristão tem dois tipos de inimigos: os invisíveis e os visíveis. Os primeiros são as hostes do mal, e devemos nos opor a elas (Ef 6.10-18). Os outros são as pessoas que nos odeiam por algum motivo, as quais devemos amar (Mt 5.44).

É impossível não ter inimigos. O Senhor Jesus, o Homem perfeito, também os tinha, e a maioria deles o odiava por inveja. O Mestre nunca foi inimigo de ninguém, a ponto de chamar até o traidor Judas de amigo (Mt 26.50). Ele não impediu que o Iscariotes se fizesse seu inimigo. Mas, paradoxalmente, nunca desejou ser seu inimigo, objetivamente.

O verdadeiro cristão, que anda como Jesus andou (1 Jo 2.6), não se faz inimigo de ninguém e não odeia as pessoas que se lhe opõem. Afinal, segundo a Bíblia, os nossos reais inimigos são os invisíveis: principados, as potestades, as hostes espirituais da maldade, os príncipes das trevas deste século, e não as pessoas (Ef 6.10-12).

Lamentavelmente, há cristãos (cristãos?) elegendo, equivocadamente, seus vizinhos, colegas de trabalhos e até irmãos como inimigos. E alegam ter motivos “nobres” para alimentarem sentimento de vingança e se regozijarem com o aparente fracasso dos tais. Que tipo de vida cristã é essa?

Obadias profetizou numa época em que a cidade de Jerusalém estava sob o ataque violento da Babilônia. E os vizinhos de Jerusalém, os edomitas, estavam torcendo para que os exércitos inimigos os matassem e os destruíssem, como lemos em Salmos 137.7: “Lembra-te, SENHOR, dos filhos de Edom no dia de Jerusalém, porque diziam: Arrasai-a, arrasai-a, até aos seus alicerces”.

As seguintes palavras de escárnio e desprezo, constantes de Obadias v.12, foram pronunciadas por parentes consanguíneos dos judeus: Mas tu não devias olhar para o dia de teu irmão, no dia do seu desterro; nem alegrar-te sobre os filhos de Judá, no dia da sua ruína; nem alargar a tua boca, no dia da angústia. Os edomitas eram descendentes de Esaú, irmão de Jacó. E, por isso, Obadias condenou os edomitas por se regozijarem com o sofrimento dos judeus.

Conclusão: os filhos de Edom, que pensavam estar comemorando uma vitória com sabor de mel, experimentaram, na verdade, uma derrota com sabor de fel: “Ah! Filha de Babilônia, que vais ser assolada! Feliz aquele que te retribuir consoante nos fizeste a nós! Feliz aquele que pegar em teus filhos e der com eles nas pedras!” (Sl 137.8,9).

Portanto, se alguém que nos tem prejudicado, de alguma maneira, está sofrendo, não devemos, como servos do Senhor, ter o prazer da vingança. As Escrituras nos ensinam: “Quando cair o teu inimigo, não te alegres, e não se regozije o teu coração quando ele tropeçar” (Pv 24.17).

Em vez de zombarmos do suposto fracasso de alguém, devemos manter uma atitude de compaixão e perdão, pois “Horrenda coisa é cair na mão do Deus vivo” (Hb 10.31). Afinal, o que estão buscando os crentes que cantam “Tem sabor de mel, tem sabor de mel” ao verem sofrendo o seu irmão (que eles consideram inimigo)?

Com temor e tremor,

Ciro Sanches Zibordi

Fonte: Blog do Ciro

Comentário do Amilton: Esse post é um colaborativo à mensagem pregada pelo Pr. Carvalho Junior no I Congresso de Missões e XIII Congresso de Jovens da Assembléia de Deus em Lavras do Sul, dias 01, 02, 03 e 04 de dezembro de 2011.